Assessor da presidência do Fluminense e mais dois são presos em operação

Postado Dezembro 11, 2017

O G1 pediu um posicionamento do Fluminense sobre a operação mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Entre os presos de hoje estão o assessor de imprensa da presidência do Fluminense, Artur Mahmoud, Leandro Schilling, chefe da Imply - responsável pela confecção de ingressos -, Monique Patrício dos Santos Gomes, uma funcionária da empresa, e Alesson Galvão de Souza, presidente da Torcida Organizada Raça Rubro-Negra.

É a segunda fase da operação, deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) da Polícia Civil. Até o momento, o Fluminense e tampouco a defesa dos outros presos se manifestaram No total, são 14 mandados de prisão preventiva.

Um dos procurados, que seria chefe de segurança do Vasco, não foi encontrado nem em casa, nem no trabalho. Segundo a DRCI, ele já é considerado foragido. Eles são acusados de receber ingressos da diretoria do clube e revendê-los a cambistas.

No dia 1º de dezembro, Pedro Abad, presidente do Fluminense, esteve entre os alvos de condução coercitiva no Rio de Janeiro, assim como, por exemplo, Eurico Brandão, o Euriquinho, vice de futebol do Vasco e filho de Eurico Miranda; e Anderson Simões, vice-presidente de estádios do Botafogo. "Essa é a grande questão: um clube fomenta a violência na medida em que fornece ingresso descumprindo decisão judicial entregando para torcidas organizadas afastadas por motivos de violência, diz Terra". Além disso, líderes das torcidas organizadas Young Flu e Força Flu haviam sido detidos pela polícia.